10/11/15
UNILATERAL
O mal das pessoas é não acreditar que outros se preocupam, que querem bem. Quem ama cuida, está próximo, ampara e zela.
Quem não dá valor a isso ainda não vivenciou uma perda, ou é imaturo ou não dá a devida reciprocidade.
Zele, ame! Cuide! Pois a dor de uma perda pode ser tardia. Triste é quando não há mais prazer na companhia, quando não há prazer no toque, quando não há mais lembranças de outrora
19/10/2012
Há tempos não posto nesse blog, acho que minha inspiração é meio de veneta, seria eu uma náufraga nesse imenso mar virtual gritando para o nada?
Não sei, mas gosto de poder escrever aqui minhas loucuras, minhas frustrações, aqui sou eu comigo mesma, sem máscaras, gosto disso!
Uma das coisas que mais me intriga é o porquê que só escrevia nos meus poemas coisas sobre amar? Escrever poemas sobre dores que não sinto, sonhos que não tive, amores que nunca tive. Muito legal isso...deixar minha mente pensar e sentir coisas que não correspondem aos fatos da realidade. Talvez seja a idelização dessa vivência... talvez eu queira sofrer por amor... afinal, deve ser muito legal amar.
Enquanto esse dia não chega, vou escrevendo aqui de vez em quando. Muito gostoso isso, me faz feliz.
Peso do amor
24/01/2012
Aos 39''
Não sabia que fazer a coisa certa doía tanto a ponto de converter a tristeza em febre.
Como não conseguia externar chorando, nem discutindo, nem falando... a mistura de mágoa, frustração e tristeza se manifestou fisicamente...
Eu que sempre me orgulhei de não guardar o que penso e sinto, que por pior que fosse a situação, acreditava que o diálogo resolveria qualquer questão, me vi ali pela primeira vez na vida, sem palavras.
Elas não eram necessárias, seriam repetitivas, vazias e desprovidas de qualquer efeito.
Como diz a música: "pra que falar se você não quer me ouvir?". Resolvi calar e não magoar. Resolvi trancar a raiva para não perder tempo reclamando ou implorando.
Enfim a razão prevaleceu e eu fiquei assim, fria. Totalmente indiferente. Com remorso também.Remorso por ter feito tanta confusão, remorso por gostar e deixar isso morrer. Mas não sei se fui eu que deixei ou se fui levada a isso por conta das demonstrações de incerteza.
Mas sabe, tanto faz! Passa. Um dia passa. O pior já passou, agora basta um banho frio, antitérmicos e o corpo melhora. Já o coração, esse... não há remédio que resolva a não ser o tempo.
Vivi até agora assim como estou, sozinha. Posso viver mais tempo ou até eternamente assim.
Afinal, não sou o tipo de mulher que arrebata corações,sou comum e sou Anormal.
Pois sou uma simples pequena que acredita ter o infinito no coração.
Olga Chaves 00:47h
PARABÉNS! SE VOCÊ QUERIA MATAR O AMOR, ESTÁ QUASE ALCANÇANDO SEU OBJETIVO.
08/01/2012 00:12h
E cá estou eu em frente a uma tela de computador, falando dos meus sentimentos pra ninguém.
UNILATERAL
O mal das pessoas é não acreditar que outros se preocupam, que querem bem. Quem ama cuida, está próximo, ampara e zela.
Quem não dá valor a isso ainda não vivenciou uma perda, ou é imaturo ou não dá a devida reciprocidade.
Zele, ame! Cuide! Pois a dor de uma perda pode ser tardia. Triste é quando não há mais prazer na companhia, quando não há prazer no toque, quando não há mais lembranças de outrora
19/10/2012
Há tempos não posto nesse blog, acho que minha inspiração é meio de veneta, seria eu uma náufraga nesse imenso mar virtual gritando para o nada?
Não sei, mas gosto de poder escrever aqui minhas loucuras, minhas frustrações, aqui sou eu comigo mesma, sem máscaras, gosto disso!
Uma das coisas que mais me intriga é o porquê que só escrevia nos meus poemas coisas sobre amar? Escrever poemas sobre dores que não sinto, sonhos que não tive, amores que nunca tive. Muito legal isso...deixar minha mente pensar e sentir coisas que não correspondem aos fatos da realidade. Talvez seja a idelização dessa vivência... talvez eu queira sofrer por amor... afinal, deve ser muito legal amar.
Enquanto esse dia não chega, vou escrevendo aqui de vez em quando. Muito gostoso isso, me faz feliz.
Peso do amor
Na vida, dependendo das escolhas que fazemos, algumas coisas são eternas. Escolhi me doar e me multiplicar. Certamente a melhor escolha da minha vida e que é o único motivo pelo qual acordo todas as manhãs.
Maternidade é algo pessoal e indivisível, não abro mão da minha escolha em ser mãe, nem muito menos me arrependo dela. Porém às vezes esqueço que isso foi uma escolha minha, e por ser algo tão natural pra mim, nem percebo que pode assustar alguém.
Sou uma mulher de "pacote completo", ME ORGULHO DISSO. Quando eu escolher um homem para dividir a vida comigo, ele certamente não terá o amor apenas de uma mulher, também o de duas pessoinhas lindas que sempre estarão de braços abertos para acolher quem eu deixar se aproximar delas.
Até hoje, sinceramente achei que isso seria um empecilho apenas para alguém que não tivesse intenções honestas ao se relacionar comigo, e acabo de perceber que estou COMPLETAMENTE correta.
Mas também não é justo impor nada a ninguém. Então, como sempre tem sido desde que resolvi dar um sentido à minha existência, vou apenas me dedicar e me doar a quem tem um amor incondicional a mim, minhas pequenas.
Eu não sabia que amor pesava... mas para alguns pesa tanto a ponto de esmagar.
Me sinto até com remorso de imaginar que poderia multiplicar esse amor com mais alguém, seria eu um alienígena? Seria eu uma mulher fora da realidade ???
Não, sou apenas uma mulher com muitos lados, mas o principal e que NUNCA vai deixar de sobressair é:
EU SOU MÃE!!
24/01/2012
Aos 39''
Não sabia que fazer a coisa certa doía tanto a ponto de converter a tristeza em febre.
Como não conseguia externar chorando, nem discutindo, nem falando... a mistura de mágoa, frustração e tristeza se manifestou fisicamente...
Eu que sempre me orgulhei de não guardar o que penso e sinto, que por pior que fosse a situação, acreditava que o diálogo resolveria qualquer questão, me vi ali pela primeira vez na vida, sem palavras.
Elas não eram necessárias, seriam repetitivas, vazias e desprovidas de qualquer efeito.
Como diz a música: "pra que falar se você não quer me ouvir?". Resolvi calar e não magoar. Resolvi trancar a raiva para não perder tempo reclamando ou implorando.
Enfim a razão prevaleceu e eu fiquei assim, fria. Totalmente indiferente. Com remorso também.Remorso por ter feito tanta confusão, remorso por gostar e deixar isso morrer. Mas não sei se fui eu que deixei ou se fui levada a isso por conta das demonstrações de incerteza.
Mas sabe, tanto faz! Passa. Um dia passa. O pior já passou, agora basta um banho frio, antitérmicos e o corpo melhora. Já o coração, esse... não há remédio que resolva a não ser o tempo.
Vivi até agora assim como estou, sozinha. Posso viver mais tempo ou até eternamente assim.
Afinal, não sou o tipo de mulher que arrebata corações,sou comum e sou Anormal.
Pois sou uma simples pequena que acredita ter o infinito no coração.
Olga Chaves 00:47h
23/01/2012
Enfim...um fim.
De tanto me mostrarem as coisas que inviabilizariam, de tanto quererem deixar pra depois, de tanto só verem o que estava errado e o que poderia dar errado...desisti.
Não sou mais a mesma, me perdi dentro de mim em meio a uma tristeza tão grande que juro, de verdade, não me reconheço em frente ao espelho.
Ao olhar pra ele já não havia o friozinho na barriga, a vontade de tocar, nada. Ou melhor, apenas as infinitas justificativas para a impossibilidade de algo sólido.
Não sei onde tudo se perdeu, agora começo a duvidar se realmente havia algo ou se era apenas fruto de um desejo contido há um bom tempo e que finalmente parecia ter a possibilidade de se realizar.
As lágrimas não saíram... seria um bom sinal? Acho que não, até nisso não me reconheço mais...é tão bom extravasar a tristeza em forma de lágrimas, alivia. Ao não conseguir fazer nem isso, vi que me transformei em algo que eu detesto: uma pessoa que camufla, que se esconde. EU NÃO QUERO SER ASSIM!
Dói, mas é uma dor diferente das que já senti na vida, doeu perceber que errei tentando impor uma carga gigantesca de sentimento a alguém. Doeu olhar naqueles olhos lindos e não sentir mais a vontade de mergulhar naquela imensidão azul. Dói deixar de gostar e perceber que o que eu acreditava ser amor, não passava de algo muito forte, mas que definitivamente não era amor.
Queria eu poder estar no lugar dele, ter alguém disposto a me dar tudo que sempre quis: companhia, segurança, amor, respeito e apoio. Queria ser assim como ele, acreditar que o tempo é longo e que a vida também é. Mas eu não sou assim, sou muito acelerada, talvez porque já tenha cansado de sofrer e precise agora apenas de calmaria, estabilidade.
Eu fui um furacão que passou atormentando a vida de alguém e só trouxe aborrecimento. Atropelei tudo a minha frente, descarreguei entulhos de sentimentos e isso tudo ao mesmo tempo.
Não o culpo por ter me mostrado que não seria possível, ele apenas foi racional,afinal,sentimento é perda de tempo. Tudo vai embora, tudo acaba, e outras coisas nem começam.
Continuo afirmando que não acredito em amor, mera fantasia adolescente.
E mesmo que esse tal amor não exista, ainda assim estarei aqui, a espera que um dia ele se apresente.
Enfim...um fim.
De tanto me mostrarem as coisas que inviabilizariam, de tanto quererem deixar pra depois, de tanto só verem o que estava errado e o que poderia dar errado...desisti.
Não sou mais a mesma, me perdi dentro de mim em meio a uma tristeza tão grande que juro, de verdade, não me reconheço em frente ao espelho.
Ao olhar pra ele já não havia o friozinho na barriga, a vontade de tocar, nada. Ou melhor, apenas as infinitas justificativas para a impossibilidade de algo sólido.
Não sei onde tudo se perdeu, agora começo a duvidar se realmente havia algo ou se era apenas fruto de um desejo contido há um bom tempo e que finalmente parecia ter a possibilidade de se realizar.
As lágrimas não saíram... seria um bom sinal? Acho que não, até nisso não me reconheço mais...é tão bom extravasar a tristeza em forma de lágrimas, alivia. Ao não conseguir fazer nem isso, vi que me transformei em algo que eu detesto: uma pessoa que camufla, que se esconde. EU NÃO QUERO SER ASSIM!
Dói, mas é uma dor diferente das que já senti na vida, doeu perceber que errei tentando impor uma carga gigantesca de sentimento a alguém. Doeu olhar naqueles olhos lindos e não sentir mais a vontade de mergulhar naquela imensidão azul. Dói deixar de gostar e perceber que o que eu acreditava ser amor, não passava de algo muito forte, mas que definitivamente não era amor.
Queria eu poder estar no lugar dele, ter alguém disposto a me dar tudo que sempre quis: companhia, segurança, amor, respeito e apoio. Queria ser assim como ele, acreditar que o tempo é longo e que a vida também é. Mas eu não sou assim, sou muito acelerada, talvez porque já tenha cansado de sofrer e precise agora apenas de calmaria, estabilidade.
Eu fui um furacão que passou atormentando a vida de alguém e só trouxe aborrecimento. Atropelei tudo a minha frente, descarreguei entulhos de sentimentos e isso tudo ao mesmo tempo.
Não o culpo por ter me mostrado que não seria possível, ele apenas foi racional,afinal,sentimento é perda de tempo. Tudo vai embora, tudo acaba, e outras coisas nem começam.
Continuo afirmando que não acredito em amor, mera fantasia adolescente.
E mesmo que esse tal amor não exista, ainda assim estarei aqui, a espera que um dia ele se apresente.
PARABÉNS! SE VOCÊ QUERIA MATAR O AMOR, ESTÁ QUASE ALCANÇANDO SEU OBJETIVO.
08/01/2012 00:12h
E cá estou eu em frente a uma tela de computador, falando dos meus sentimentos pra ninguém.
Hoje vai ser uma publicação fora dos padrões que tenho postado no blog, é algo pessoal, na primeira pessoa mesmo!
Estou frustrada. Muito frustrada. Volto eu para minha prancheta de planejamento de vida.
Fiz um plano para minha vida, estava o seguindo bem, só que às vezes eu cismo em desviar dos meus objetivos, a vida atravanca de tal forma que nada vai à frente. Muito estranho isso!
Enquanto eu foquei nos meus objetivos, tudo ia às mil maravilhas. Foi só desviar um pouquinho que tudo desanda, mas eu sei por quê!
Porque eu ao invés de fazer desse "novo" um coadjuvante, eu o fiz de ator principal, ai que tonta que eu sou!
É muito estranho isso pra mim, porque até então eu não tinha dado esse “papel” para mais ninguém na minha vida. E quando acreditei nisso: Tum!!! Quebrei a perna.
Lógico que vai passar e daqui a algum tempo vou até rir dessa situação, TODAS as outras decepções que tive na vida foram assim, só que essa é tão mais forte que as outras...
Lembrei de quando eu era adolescente, eu sofria tanto por coisas tão banais! Acho que estou com 15 anos novamente! Rs
O bom é que tantos calos que a vida me deu agora vão servir de alguma coisa. Não estou triste, estou mesmo é decepcionada comigo mesma por não ter sido capaz de despertar coragem, sentimento, desapegar alguém de algo infrutífero, amargo e frustrante .
Depois essa decepção vai virar razão e eu vou ver que a culpa não é minha. Logo em seguida a razão vai virar indiferença, aí sim eu estarei liberta! Só espero que essa “metamorfose emocional” seja tão rápida quanto a situação que a criou.
No mais, ao menos agora eu me decidi, ao menos agora vou voltar a focar no que interessa. Eu não nasci pra ser feita de boba!! Eu quero, eu luto e eu posso, sim, ter o que preciso sem passar por uma medíocre pedinte. Meus pêsames a você que teve uma mulher como eu a seu alcance e não soube (ou melhor, não quis) aproveitar esse presente que caiu no seu colo.
Na verdade só eu sei da minha capacidade de fazer alguém feliz e realizado.
Olga Chaves
CHOQUE DE REALIDADE
CHOQUE DE REALIDADE
Tenho escrito muitas coisas que não são relacionadas aos meus sentimentos e sim aos sentimentos dos outros. Apesar desse meu jeito meio louco, brincalhão, até mesmo parecendo meio alheia ao que acontece ao meu redor, observo muita coisa e sou muito atenta ao que se passa.
Gosto de ler nas entrelinhas, mas encontrei uma incógnita, um alguém que me fez começar a questionar certas questões que eu já tinha como certas em minha vida, uma delas é se eu sou uma pessoa decidida ou “afobada” no que diz respeito a lutar por meus sonhos.
Até então, quando eu tinha um objetivo, o perseguia e não tinha medo de me arriscar.
Hoje vejo que para a realização de um objetivo não basta apenas ir em busca de tal, e sim também contar com a sorte, destino, ou o que quer que seja o nome que se dá a essa coisa meio “sobrenatural” que acontece de vez em quando na vida da gente.
Por algum tempo desejei uma coisa e não pude buscá-la, tive que disfarçar desejos e camuflar a admiração, foi algo meio complicado. Sorte a minha que esse “sobrenatural” conspirou para que eu pudesse enfim ir à luta.
Mas eis que surge o baque! Da mesma forma que eu observo, também sou observada. E uma constatação me fez pensar se estaria eu errada em arriscar algo que eu tinha como mais valioso em mim, a minha infinita capacidade de me doar a alguém.
Eis a frase crucial: “Você é muito afobada!”.
Foi como se um iceberg caísse em minha cabeça, como se uma venda me fosse tirada. E eu estava tão bem de olhos fechados!
Isso me adultizou! Me fez questionar se eu estava mesmo certa em tentar transformar tal sonho em realidade.
Me tirou aquela criança audaciosa de dentro do peito. Isso não foi bom.
Mas é assim que a vida acontece. Só cabe a mim deixar ou não que essa criança ingênua e que acredita em sentimentos morra em mim.
É ela que me faz feliz, eu sou feliz por ser sentimentalmente infantil, pois uma criança é sincera ao gostar de alguém, ela se apega, ela se doa.
Depois dessa incógnita, basta um tempo de reflexão para que eu me recorde que eu posso sim me doar.
E feliz será aquele que estiver próximo nesse dia.
Olga Chaves em 28/11/2011 22:04h